São Paulo, 31 de julho de 2013

Olá, meu nome é Amanda, sou da escola E.M.E.F. Senador José Ermírio de Moraes. Vim contar para vocês um pouco das atividades que foram realizadas pelo projeto Círculos de Leitura nos dias 30 e 31 de julho.

Na terça-feira, nós fomos a dois lugares tradicionalmente culturais na minha cidade: a Pinacoteca e o Museu da Língua Portuguesa.

Na Pinacoteca conhecemos a história do prédio, sendo que lá já foi uma escola, o Liceu, e a faculdade Belas Artes. Vimos obras maravilhosas retratando a história do Brasil, quando colônia, quando recebeu imigrantes até os dias atuais através de quadros modernistas. Passando por esculturas, quadros e uma exposição audiovisual, aprendemos sobre a cultura, a história, e a influência estrangeira no país.

Assim como vimos que foram deixados traços de outras culturas em nossa arte, vimos também, no Museu da Língua Portuguesa, a influência que tivemos no decorrer dos tempos pelos idiomas e pelos objetos de outros lugares deixados aqui. Fomos privilegiados com uma linda apresentação de diversas formas de poesia no cinema do Museu, além de sabermos sobre a origem da língua portuguesa.

Hoje, dia 31, lemos o conto “O pintor, a cidade e o mar” e em seguida contamos a experiência do projeto Círculos de Leitura a uma representante do Instituto Votorantim, contando como tem sido a nossa participação no projeto e o que isso nos ajudou. Depois de fazermos esses textos, ainda os compartilhamos fazendo leituras em grupo.

foto  materia site

São Paulo, 31 de julho de 2013

Ao chegarmos na Casinha discutimos sobre a perda de um amor e como as pessoas reagem a isto. Chegamos a três tipos de reações:

– As pessoas retiram momentos bons da situação e seguem suas vidas;

– Veem naquilo um demônio e acabam ficando maldosas;

-Ficam reféns do passado por não quererem perder aquela pessoa.

Isso me interessou muito e esse tema também está presente no conto “O pintor, a cidade e o mar”, quando o pintor se desapega do objeto de sua mãe para poder realizar seu desejo de conhecer o mar.

Outra coisa que gostei muito nesse conto é que ele mostra o papel dos museus, quando o pintor faz um quadro que o deixa pleno e este é colocado no museu. Ou seja, o museu nos mostra a realização de pintores, nos passando também essa plenitude alcançada e nos ensinando a sermos generosos como eles, que fizeram essas obras para a nossa apreciação.

Christian de Oliveira

Associação Crescer Sempre

Escola Estadual Maria Zilda Gamba Natel

 

 

 

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